São Paulo mantém liderança econômica, enquanto Norte e Centro-Oeste registram os maiores avanços percentuais
Por REDAÇÃO do Jornal DM News |
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O Produto
Interno Bruto (PIB) do Brasil alcançou R$ 10,9 trilhões, de acordo com as
Contas Regionais 2025, com dados referentes ao ano de 2023. O resultado
confirma a expansão da atividade econômica em todos os 27 estados da Federação,
ainda que em ritmos distintos.
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São Paulo
segue como a principal força econômica do país, com um PIB de R$ 3,44 trilhões,
o equivalente a cerca de 31% da produção nacional. O valor representa avanço em
relação a 2022 e reforça o peso do estado na indústria, nos serviços e no setor
financeiro. Na sequência aparecem o Rio de Janeiro, com R$ 1,17 trilhão, e
Minas Gerais, que atingiu R$ 972 bilhões, consolidando-se como o terceiro maior
PIB estadual.
O Sul do
país mantém desempenho consistente. O Paraná alcançou R$ 671 bilhões, seguido
pelo Rio Grande do Sul, com R$ 650 bilhões, e Santa Catarina, com R$ 513
bilhões. Esses estados superam a marca de R$ 500 bilhões e refletem uma base
produtiva diversificada, com destaque para indústria, agroindústria e
exportações.
Na faixa
intermediária, a Bahia ultrapassou R$ 400 bilhões, enquanto o Distrito Federal
e Goiás registraram valores acima de R$ 350 bilhões. Mato Grosso, impulsionado
pelo agronegócio, fecha o grupo das dez maiores economias estaduais, com PIB
superior a R$ 270 bilhões.
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Apesar das
diferenças absolutas, o crescimento foi generalizado. Roraima liderou a
expansão percentual, com alta de 11,3%, seguido por Mato Grosso (10,4%), Piauí
(6,2%) e Tocantins (6,0%). O desempenho evidencia a dinâmica recente das
economias do Norte e do Centro-Oeste, fortemente influenciadas pela produção
agropecuária e por investimentos logísticos.
Na outra
ponta, dez estados registram PIB inferior a R$ 100 bilhões. Roraima, apesar de
apresentar o menor PIB absoluto do país, com cerca de R$ 21 bilhões,
destacou-se justamente pela maior taxa de crescimento proporcional em 2023.
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Especialistas
avaliam que os dados reforçam a necessidade de políticas públicas regionais
diferenciadas, capazes de reduzir assimetrias e estimular cadeias produtivas
locais. A leitura federativa do PIB evidencia que crescimento econômico e
desenvolvimento equilibrado dependem de planejamento, infraestrutura e
coordenação entre União, estados e municípios.
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