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DMHC News | CEI do Lixo: presidente da Codau admite multas não pagas e diz que MP virou “órgão consultivo”

Rui Ramos revelou que autarquia não pagou nenhuma das 9 ou 10 multas ambientais; dívida com S Ambiental varia entre R$4 milhões a R$8 milhões; tensões institucionais marcam depoimentos


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Por REDAÇÃO do Jornal DM News | Siga nas Redes Sociais




Em depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI) do Lixo, o presidente da Codau, Rui Ramos, admitiu que a autarquia não pagou nenhuma das multas aplicadas pelo Meio Ambiente em razão do aterro sanitário municipal. Segundo ele, todas as 9 ou 10 infrações estão sob recurso – e esse cenário se arrasta há mais de um ano.



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Durante a sessão, Rui Ramos também revelou que a Codau tem recorrido ao Ministério Público como se fosse um “órgão consultivo”. Em suas palavras, sempre que surgia alguma dúvida sobre o lixo regional, a autarquia procurava um promotor para saber o que fazer.

A dívida da Codau com a S Ambiental, empresa parceira na gestão dos resíduos, foi citada de forma contraditória: R$8 milhões, R$6 milhões e R$4 milhões em diferentes oportunidades -  o que evidencia, seguindo analistas, descontrole na gestão financeira do serviço.

O imbróglio do aterro sanitário municipal também segue sem solução. O espaço pertence ao município, que não recebeu os R$ 6 milhões previstos em contrato com a venda, mas sua governança tem sido operada pela Soma.



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A situação expõe fragilidades na gestão do lixo em Uberaba. Entre os pontos críticos:

  • Multas ambientais não pagas há mais de um ano

  • Dívida sem consenso com a prestadora de serviços

  • Ausência de governança clara sobre o aterro sanitário

  • Judicialização e dependência do MP para decisões operacionais


Nos bastidores, a tensão na Codau atingiu novo patamar. Houve gritos e choro nas instalações do Praça Shopping, supostamente motivados pelo depoimento de uma servidora à CEI. Observadores externos afirmam que “está aberta a nova temporada de perseguição” dentro da autarquia.


Um advogado que assistiu aos depoimentos afirmou que pretende acionar o Ministério Público ao final dos trabalhos, denunciando que o Convale (Consórcio Público Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos) tem tomado decisões não respaldadas pelo conselho fiscal. Segundo ele, o estatuto do consórcio exige que o CF exerça controle sobre o gerenciamento – e isso não teria ocorrido.



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A CEI do Lixo deve continuar ouvindo testemunhas e reunindo documentos para compor seu relatório final. A expectativa é que o relatório seja encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas para eventual responsabilização de agentes públicos.


Especialistas e cidadãos ouvidos pela reportagem defendem que, diante de erros consecutivos e prejuízos à população, a cúpula da Codau – presidente, setor jurídico e diretores – deveria ser convidada a entregar cartas de demissão em tempo hábil, sem prejuízo de futuras ações legais.


A população uberabense, enquanto isso, segue aguardando soluções para um problema que afeta diretamente a qualidade de vida: a coleta e destinação correta do lixo.



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A CEI do Lixo tem cumprido seu papel de expor fragilidades na gestão dos resíduos sólidos em Uberaba. Multas não pagas, dívidas imprecisas, governança do aterro indefinida e tensões internas revelam um cenário de descontrole que exige respostas rápidas – e responsabilização. A pergunta que fica é: até quando o cidadão uberabense pagará a conta por essa ineficiência?

O Jornal DM News adota comunicação responsável e ética, reforçando políticas públicas e o interesse coletivo.

 


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