PUBLICIDADE - "Transforme sua marca! Descubra como nossos espaços publicitários podem fazer a diferença." - FALE CONOSCO – Use o Formulário de Contato.
O argumento central do autor, vereador Zezinho Pereira (sem partido), é que a espécie, originária da África, possui néctar com substâncias potencialmente tóxicas a abelhas e beija-flores, comprometendo a fauna polinizadora e gerando desequilíbrio ecológico. A restrição ao plantio da espécie já existe em outros municípios e estados brasileiros, incluindo a Paraíba. O viveiro municipal de Piracicaba, segundo o próprio vereador, já havia deixado de produzir mudas dessa espécie antes mesmo da aprovação da lei.
A vereadora Silvia Morales (PV) votou contra em ambas as discussões, argumentando que não há dados científicos que sustentem de forma inequívoca que a árvore seja nociva à fauna, e que as publicações que embasaram o projeto não são de revistas científicas com revisão por pares. “A árvore em pé faz menos mal do que a árvore deitada”, disse a parlamentar, destacando os benefícios de sombra, biodiversidade e conforto térmico que os exemplares já existentes proporcionam à cidade.
🌱 Enquanto você se informa sobre o impacto ambiental das espécies exóticas, aproveite para cuidar do seu jardim com os produtos certos. Confira kits de jardinagem, mudas nativas e equipamentos de paisagismo com frete grátis pelo Magazine Você:
PUBLICIDADE - "Transforme sua marca! Descubra como nossos espaços publicitários podem fazer a diferença." - FALE CONOSCO – Use o Formulário de Contato.
O debate em Piracicaba ressoa em Uberaba, que também possui áreas verdes urbanas e enfrenta questões semelhantes sobre arborização. A cidade já tem experiência com espécies exóticas — como o eucalipto e a leucena — que geram debates sobre competição com a vegetação nativa e impactos ambientais.
Especialistas em arborização urbana ouvidos pelo DM News destacam que o tema é complexo. Espécies exóticas podem sim competir com nativas e alterar ecossistemas, mas a supressão de árvores urbanas consolidadas também tem custos ambientais reais — perda de sombra, aumento da temperatura local e impacto na biodiversidade existente.
O que Piracicaba acertou, na visão de ambientalistas ouvidos, foi tornar a substituição voluntária e exigir reposição por espécies nativas, sem determinar a derrubada imediata do que já existe por decreto. Em Uberaba, não há legislação específica sobre a Espatódea, mas o caso pode inspirar debate sobre espécies exóticas no Plano Diretor de Arborização Urbana.
🌿 Assim como a natureza precisa ser equilibrada, sua casa também merece harmonia. Aproveite as ofertas do Magazine Você em vasos, plantas artificiais e itens de decoração sustentável. Veja em:
PUBLICIDADE - "Transforme sua marca! Descubra como nossos espaços publicitários podem fazer a diferença." - FALE CONOSCO – Use o Formulário de Contato.
A lei em Piracicaba entra em vigor nos próximos dias, mas a polêmica deve continuar. Ambientalistas e especialistas em polinização devem se manifestar nos próximos meses, e estudos mais aprofundados sobre a toxicidade do néctar da Espatódea podem surgir. Outros municípios brasileiros podem seguir o exemplo ou, ao contrário, adotar medidas mais brandas baseadas no princípio da precaução.
Em Uberaba, a discussão pode chegar à Câmara Municipal se houver interesse popular ou iniciativa de vereadores ligados à pauta ambiental. Enquanto isso, moradores que possuem Espatódea em seus quintais devem ficar atentos: a espécie não está proibida na cidade — pelo menos por enquanto.
PUBLICIDADE - "Transforme sua marca! Descubra como nossos espaços publicitários podem fazer a diferença." - FALE CONOSCO – Use o Formulário de Contato.
O Jornal DM News adota comunicação responsável e ética, reforçando políticas públicas e o interesse coletivo.
PUBLICIDADE - "Transforme sua marca! Descubra como nossos espaços publicitários podem fazer a diferença." - FALE CONOSCO – Use o Formulário de Contato.






0 Comentários