A economia global passou por um novo rearranjo simbólico e estratégico. A Índia ultrapassou o Japão em Produto Interno Bruto nominal e assumiu a quarta posição entre as maiores economias do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Alemanha.
Por REDAÇÃO do Jornal DM News |
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O avanço
não ocorreu por acaso. O país asiático combina crescimento populacional,
expansão tecnológica e políticas de estímulo à industrialização, fatores que
sustentam um ritmo de desenvolvimento acima da média das economias maduras.
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Em sentido
oposto, o Japão enfrenta um cenário prolongado de baixo crescimento,
pressionado por uma população cada vez mais envelhecida e por limitações
estruturais para ampliar sua força produtiva. O contraste entre os dois modelos
evidencia uma transição silenciosa, porém profunda, na hierarquia econômica
internacional.
Analistas
observam que a ascensão da Índia não representa apenas um salto estatístico,
mas uma mudança de influência. O país amplia sua presença em cadeias globais de
tecnologia, serviços digitais, energia e manufatura, ao mesmo tempo em que
fortalece sua posição em negociações multilaterais.
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Projeções
do Fundo Monetário Internacional indicam que o crescimento indiano deve
permanecer acima da média global nos próximos anos. A tendência aproxima o país
da Alemanha, hoje terceira colocada, e transforma essa disputa em um dos
principais pontos de atenção do cenário geopolítico contemporâneo.
A nova
configuração também impõe desafios. Infraestrutura, desigualdade social e
sustentabilidade ambiental continuam sendo obstáculos relevantes para a
consolidação desse protagonismo. Ainda assim, o desempenho recente sugere que a
Índia deixou de ser apenas uma promessa e passou a ocupar, de forma definitiva,
o centro das decisões econômicas globais.
Para o
Japão, o episódio funciona como alerta. A perda de posição no ranking reforça a
urgência de reformas estruturais, inovação produtiva e políticas voltadas à
renovação demográfica.
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Nos
próximos anos, o ranking das maiores economias tende a se tornar mais dinâmico,
refletindo não apenas números, mas escolhas políticas, capacidade de adaptação
e visão estratégica de longo prazo.
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